Nath e Manu revisando as wireframes que foram apresentadas, hoje, à nossa amiga e cliente Juliana Sícoli. Mais uma fotógrafa que confiou no nosso time para desenvolver seu site e sua estratégia de comunicação on-line. Foi ótimo receber a visita da Juliana em nosso estúdio, mais uma vez. Ela é sempre divertida!
Finalmente ficaram prontas as nossas camisetas. Depois de 47 mil versões, decidimos apelar para a “cloud tag” com boa parte das palavra e assuntos que circulam por nossas cabecinhas todos os dias. A bela modelo na foto é a Nath.
Este é um vídeo das antigas, mas vale hoje e sempre. Toda agência, todo designer já encarou uma situação parecida. O cliente pede pra aumentar o logo e, de quebra, acabar com os espaços vazios no design. É o famoso “paguei por uma página da revista e esse design só usa um terço”. O vídeo é engraçado, mas trata de um assunto que é sempre muito sério entre aqueles que trabalham com o processo criativo.
A interferência do cliente no design é, normalmente, um desastre. Por uma razão simples: quem entende de design é o designer. E, pelo menos pelo que se presume, foi por esta razão que o cliente o contratou. O designer profissional (e bom de serviço) passa boa parte de sua vida estudando. Há uma razão técnica e coerente para que ele alinhe elementos de certa maneira, ou defina uma determinada paleta de cores. Ele sabe o que está fazendo.
O cliente tem sempre o direito de sugerir versões ou reprovar uma peça. Mas quanto mais ele interfere na criação, mais prejudica a própria imagem. Contratar um designer e dizer a ele o que fazer é o mesmo que chamar um pintor barroco do século 17 para dar uma mão de tinta no muro da garagem.
Esta semana entregamos ao nosso cliente La Vita Center a nova papelaria. O design segue a mesma linha da identidade renovada que criamos, e que já foram usadas para as últimas campanhas publicitárias.
Esta semana a fotógrafa Juliana Lery veio ao nosso estúdio para aprovar as wireframes de seu novo site. Juliana, muito mais que uma cliente, é uma grande amiga, que acompanha a nossa história há um bom tempo. É uma das pessoas mais “loucas” do mundo, no melhor sentido da palavra. Fala o que pensa, sem medo. É autêntica. E nos dá o maior orgulho de participar um pouquinho do seu trabalho. As wireframes são obra da Nath (na foto).